Quem nunca entrou num Dark Room ?. Cabine, cinema, locadora, clubes, saunas , ... atire a primeira pedra.
Aqui no Rio de janeiro, Atualmente o sexo virou “produto” ( ou será um serviço ?) que cada vez ganhar espaço e acreditem concorrência. Claro pagar para transar existe desde os primórdios da civilização. Mas me refiro exatamente aos tais “quartinhos escuros” ou cabines, ou ainda se for em boates os conhecidos Darkroom presentes cada vez mais em sex-shop e locadoras do gênero GLS.
Verdade seja dita. Quem nunca entrou num “inferninho” deste ?
Pode não ser por conta da sacanagem que rola dentro ou a vontade de transar com pessoas desconhecidas, mas sim pela grande curiosidade de saber como funciona.
Creio que quem vai na 1º volta pra segunda.
Ao lado de um dos meus trabalhos possui um sex-shop aonde seu 2º andar e exclusivo para darkroom e cabines na qual você poe uma ficha e assiste alguns minutos de um filmes eróticos , bem era essa a finalidade , ... Hoje você faz seu filme pornô dentro da cabine e o que é mais curioso o outro ator você seleciona ali na hora dentre os clientes do estabelecimento. Então um dia desses fomos após o expediente para um bar o lado deste, curiosamente em 20 minutos saíram 16 pessoas, e entraram 14. Negócio da lucro. Sabemos que 99,9 % são gays, é fato.
Esses lugares sempre estão acompanhadas de polemica, quem já foi conhece ouviu diversas histórias, roubo, encontrou o namorado com outro, perdeu carteira, garotos de programa, doenças , etc...
Mas é fato que o homem tendem a ter um instinto natural por sexo, e esses locais acabam sendo um certo “ponto de descarrego” aonde em alguns minutos sua tensão , ou melhor seu tesão vai embora e você pode volta para o seu cotidiano mais aliviado.
E simples, geralmente a ordem é a seguinte: você chegar compra a ficha , entra , escolhe a vitima , trepar , e tchau. Entretanto uns meses atrás o tchau foi substituído por um sorriso, uma troca de idéia ,uma química, que me encantou e diariamente faz eu me sentir mais feliz.
O darkroom liga a imagem de ser gay, homo ou bi, a promiscuidade. E não é isso que queremos para nós. Menos que muitos imaturos gays, ainda queimem a nossa imagem.
Não sou contra o uso, mas o uso com moderação pode ser bastante interessante, Pense nisso...